Amor é bicho instruído.
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,
às vezes não sara nunca,
às vezes sara amanhã.
Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender…
O amor bate na aorta, Carlos Drummond de Andrade
lsdei curtiu isto
rosa-atomica reblogou este post de inabitavel-ser
rosa-atomica curtiu isto
jovialbia reblogou este post de serdapoesia
jovialbia curtiu isto
konokazeda curtiu isto
deixarir curtiu isto
outubro-de-2010 reblogou este post de serdapoesia
marrrs reblogou este post de serdapoesia
innocte reblogou este post de deslustre
0300violent curtiu isto
serdapoesia reblogou este post de serdapoesia
deslustre reblogou este post de transbordaremos
deslustre curtiu isto
menina-do-caos curtiu isto
serdapoesia disse:
@semprevivendointensamente eu sempre lembro também! é maravilhosa 💛
semprevivendointensamente reblogou este post de transbordaremos e acrescentou: Lembrei dessa magnifica interpretacao!
libertarde reblogou este post de transbordaremos
princess1818 curtiu isto
transbordaremos reblogou este post de serdapoesia